20 de agosto de 2026

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SP e DF lideram investimentos no hipismo brasileiro

Esportes Hipismo 20/08/2026 14:47 Assessoria de Comunicação

Levantamento da UFPR mostra que São Paulo e Distrito Federal receberam a maior parte dos recursos do Bolsa Atleta para o hipismo entre 2010 e 2025, com destaque para o DF no esporte paralímpico.

São Paulo e o Distrito Federal são os principais estados que recebem dinheiro do governo para apoiar atletas de hipismo no Brasil, segundo uma pesquisa da Universidade Federal do Paraná.

Entre 2010 e 2025, São Paulo recebeu 209 bolsas do programa Bolsa Atleta, totalizando R$ 5 milhões. O Distrito Federal recebeu 96 bolsas, somando R$ 2,7 milhões. Juntos, eles representam a maior parte dos R$ 9,8 milhões e das 396 bolsas distribuídas em todo o país nesse período.

  • São Paulo: 209 bolsas e R$ 5 milhões investidos.
  • Distrito Federal: 96 bolsas e R$ 2,7 milhões.
  • No total, foram 396 bolsas e R$ 9,8 milhões para o hipismo.
  • O Distrito Federal lidera quando se trata de atletas paralímpicos: 76 das 96 bolsas.
  • São Paulo destinou apenas 39 das 209 bolsas para paratletas.

Quando falamos de atletas paralímpicos, o Distrito Federal ultrapassa São Paulo. Das 96 bolsas, 76 foram para paratletas, mostrando a força do DF no esporte paralímpico equestre. Já São Paulo só destinou 39 das suas 209 bolsas para essa categoria.

Além disso, o Distrito Federal também se destaca no uso da Lei de Incentivo ao Esporte (LIE). A região conseguiu viabilizar um projeto que captou R$ 1,4 milhão entre 2020 e 2024, feito pelo Instituto Conecta Brasil, o terceiro maior arrecadador do país nessa área.

Essa concentração de recursos no DF faz parte de uma estratégia para manter o alto rendimento do esporte, com foco no Campeonato Mundial de Aachen, na Alemanha, que será em agosto e é a principal classificatória para as Olimpíadas e Paralimpíadas.

Além disso, o hipismo brasileiro conta com repasses contínuos da Lei Agnelo Piva. Os investimentos dessa fonte devem crescer de R$ 965 mil em 2002 para R$ 11,4 milhões em 2025.

O desenvolvimento do esporte equestre no Brasil depende de recursos federais, como a Lei Agnelo Piva, o Bolsa Atleta e a Lei de Incentivo ao Esporte.