BNDES prorroga inscrições até 9 de outubro para a chamada Territórios da Restauração - Bacias Resilientes, oferecendo recursos de até R$ 120 milhões para restaurar áreas verdes e proteger mananciais em regiões metropolitanas do Brasil.
O prazo final para as inscrições da chamada pública Territórios da Restauração Bacias Resilientes foi estendido até o dia 9 de outubro. O objetivo do programa é selecionar iniciativas focadas na segurança hídrica e na adaptação às mudanças climáticas que impactam negativamente a disponibilidade de água.
Os projetos devem atender regiões metropolitanas e suas zonas de abastecimento, buscando soluções práticas para garantir o acesso à água limpa e reduzir o risco de secas severas. A iniciativa abrange áreas de grande concentração urbana no Brasil.
Resumo da chamada pública
- Projetos são voltados para proteção de mananciais e adaptação à escassez de água
- Recurso financeiro de até R$ 120 milhões está disponível para os vencedores
- Fundo Socioambiental do BNDES fornece a metade do valor total (R$ 60 milhões)
- Inscrição pode contar com contrapartidas de parceiros do setor público ou privado
- Regiões beneficiadas incluem a metrópole de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e outras capitais
A chamada oferece um apoio financeiro substancial, totalizando até R$ 120 milhões para os projetos selecionados. Deste montante, R$ 60 milhões vêm diretamente do Fundo Socioambiental do BNDES.
Além da contribuição do banco de desenvolvimento, há a possibilidade de integração de recursos complementares. Isso significa que outros entes, tanto da esfera pública quanto do universo privado, podem somar esforços e financiamentos adicionais à iniciativa.
Impacto na restauração ambiental
Os recursos liberados servirão para viabilizar diversas ações de restauração ecológica. O foco é a conservação de ambientes naturais essenciais para a vida urbana e rural nas regiões atendidas.
Essas medidas visam fortalecer a capacidade dos ecossistemas em reter água. Com isso, a proteção de mananciais é aprimorada, o que ajuda a enfrentar situações de escassez hídrica de forma mais eficaz e duradoura.
A extensão do prazo facilita a entrada de novos proponentes que ainda não concluíram a documentação ou estão organizando parcerias. A meta final é criar resiliência bacia a bacia, garantindo segurança hídrica para milhões de moradores das cidades atendidas.

Foto: Flávio André de Souza/MTur



