Os mercados financeiros tiveram um bom desempenho em julho, impulsionados pelos resultados positivos de empresas de tecnologia nos Estados Unidos e pelo apoio do governo chinês à economia. No Brasil, a expectativa de corte da taxa de juros (Selic) animou os investidores, beneficiando a Bolsa de Valores (Ibovespa) e outros setores.
Os mercados encerram julho com viés positivo para os ativos de risco, apoiados pelos fortes resultados das empresas de tecnologia nos Estados Unidos e pela continuidade dos investimentos em inteligência artificial. Na China, as autoridades reafirmaram o suporte à economia para o segundo semestre, enquanto os investidores seguem monitorando a trajetória da inflação norte-americana e dos juros do Federal Reserve.
- Empresas de tecnologia dos EUA tiveram lucros altos, o que deixou os investidores mais confiantes.
- A China prometeu ajudar sua economia nos próximos meses, o que animou os mercados globais.
- No Brasil, investidores esperam que a taxa básica de juros (Selic) caia na próxima reunião do Banco Central.
- A Bolsa de Valores brasileira (Ibovespa) foi beneficiada por essa expectativa e também por investimentos estrangeiros.
- Mesmo com boas notícias, o mercado ainda fica de olho em problemas geopolíticos e nos juros dos Estados Unidos.
No Brasil, o mercado já precifica um corte de 25 pontos-base da Selic na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), cenário que tem favorecido o Ibovespa, o fluxo estrangeiro e os setores domésticos mais sensíveis aos juros. Mantemos uma visão construtiva para as ações brasileiras no curto e médio prazos, embora os riscos relacionados ao ambiente externo, especialmente à geopolítica e aos juros norte-americanos, continuem exigindo atenção, afirma Álvaro Maia, da StoneX

Mercados Imagem gerada por IA


