As confeitarias estão mudando a forma de atrair clientes. Em vez de depender apenas de compras por impulso, elas estão criando produtos novos e saborosos para que as pessoas queiram voltar sempre. O mercado de panificação e confeitaria no Brasil deve movimentar R$ 164 bilhões em 2025. A rede Doce Magia, por exemplo, está investindo em novos croissants e sobremesas, além de abrir lojas em novas cidades. O segredo é oferecer uma experiência tão boa que o cliente queira repetir a visita.
O mercado de panificação e confeitaria no Brasil está crescendo muito. Em 2025, ele deve movimentar R$ 164 bilhões. As pessoas estão cada vez mais exigentes: querem comodidade, conforto e produtos feitos especialmente para elas. Por isso, as confeitarias estão mudando a forma de pensar. Agora, lançar um novo doce ou salgado não é só para enfeitar a vitrine. É uma estratégia para fazer o cliente voltar mais vezes, gastar mais e ter uma experiência melhor.
A rede Doce Magia, que tem mais de 30 anos de história no Alto Tietê, em São Paulo, é um exemplo disso. Ela está crescendo e abrindo lojas em Guarulhos e São Bernardo do Campo. O CEO da marca, Felipe Noronha, está profissionalizando a empresa e aumentando a produção. Agora, a Doce Magia também está investindo em novos produtos, como croissants e sobremesas, para que as pessoas possam comer em diferentes momentos do dia.
- Mercado bilionário: O setor de panificação e confeitaria deve faturar R$ 164 bilhões em 2025, mostrando que é um negócio muito grande e importante.
- Cliente quer voltar: As confeitarias estão criando produtos novos para que o cliente não compre só por impulso, mas crie o hábito de voltar sempre.
- Inovação com cuidado: Para Felipe Noronha, da Doce Magia, lançar um produto novo não pode ser por acaso. É preciso pensar no cliente, na operação da loja e na qualidade.
- Expansão com qualidade: A Doce Magia está abrindo lojas em novas cidades, mas mantendo o mesmo padrão de atendimento e sabor para não decepcionar o cliente.
- Produtos para todos os gostos: As pessoas buscam conforto e simplicidade. Por isso, os novos produtos têm porções individuais, são bonitos e servem tanto para um lanche rápido quanto para um presente.
Inovar sem atrapalhar a operação
Para Felipe Noronha, inovar no cardápio de uma confeitaria não é simples. É preciso pensar na receita, no estoque, na exposição do produto, no preço, no treinamento dos funcionários e na aceitação do público. Quando a marca entra em uma cidade maior, esse cuidado é ainda mais importante, porque o cliente compara tudo: sabor, atendimento, ambiente e preço.
A Associação Brasileira de Franchising informou que o setor de alimentação cresceu 12,9% em 2025. Isso mostra que as marcas de comida estão se esforçando para crescer com qualidade e eficiência. O CEO da Doce Magia alerta que o maior risco é confundir inovação com excesso de produtos. "O cliente quer ser surpreendido, mas também quer reconhecer o padrão que o fez voltar", diz ele.
O mix de produtos virou estratégia de crescimento
A Doce Magia construiu uma fábrica de 2.000 metros quadrados para melhorar a produção. Isso permite que a rede teste novas sobremesas e croissants com mais segurança, ajuste a quantidade conforme a demanda e mantenha as lojas focadas no atendimento. Essa mudança acompanha o que os consumidores querem: metade deles busca produtos feitos sob medida para suas necessidades, e a busca por conforto cresce cada vez mais.
A experiência define quem volta
Para Felipe Noronha, o crescimento da marca depende mais de criar uma rotina de consumo do que de lançar produtos isolados. "Quando a empresa entende que produto, atendimento e operação caminham juntos, o portfólio passa a ser uma ferramenta de crescimento", afirma. A disputa não está mais na quantidade de itens, mas na capacidade de transformar cada lançamento em uma resposta ao que o público realmente quer.
No caso da Doce Magia, a aposta em novas linhas de produtos vem junto com a expansão para novas cidades, a profissionalização da empresa e o aumento da produção. Tudo isso ajuda a empresa a crescer sem perder a identidade que construiu ao longo de mais de 30 anos.

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