O Auris Residenze, um novo prédio em Balneário Camboriú (SC), está sendo construído como o primeiro edifício-árvore do Brasil. Ele terá 131 metros de altura, 26 apartamentos, jardins nas paredes e sistemas para economizar água e energia. A obra já começou e deve ficar pronta em março de 2029.
Balneário Camboriú (SC), cidade que tem oito dos dez prédios mais altos do Brasil, está começando a construir um projeto diferente: o Auris Residenze, do Fischer Group, que está sendo chamado de primeiro edifício-árvore do país. Ele terá uma fachada com concreto aparente, brises, jardins suspensos, sistemas para reutilizar água, renovar o ar e economizar energia. A obra está na fase inicial, com serviços de contenção subterrânea e preparação do terreno para a fundação.
- O prédio terá 131 metros de altura, 26 apartamentos (um por andar), área construída de 11.557 metros quadrados e valor total de vendas de R$ 97,54 milhões.
- O projeto foi feito pelo escritório italiano Archea Associati, pensado para unir moradia, natureza e cuidado com o meio ambiente em uma cidade cheia de prédios altos.
- O Auris Residenze terá sistemas para economizar até 52% de água, 26% de energia e 42% no uso de ar-condicionado, além de filtragem de água em todo o condomínio.
- O edifício terá horta, pet place, academia, sauna, sala de massagem, ofurô, rooftop com piscina e áreas de lazer em três andares.
- A previsão de entrega do prédio é março de 2029.
A parede diafragma é uma etapa essencial para garantir a estabilidade do terreno e permitir que as próximas fases ocorram com segurança. Das 15 lamelas previstas, a maior parte já foi concretada. Depois dessa etapa, a obra avança para a fixação das estacas, que formarão a base estrutural do edifício. Serão 144 estacas ao todo, sendo 133 com 60 centímetros de diâmetro e 11 com 50 centímetros, explica Thomaz Fischer, diretor operacional (COO) do Fischer Group.
O Auris Residenze terá 26 apartamentos, um por andar, com média de 187,32 metros quadrados por unidade, 11.557,77 metros quadrados de área construída, 131,04 metros de altura e Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 97,54 milhões. O projeto é assinado pelo escritório italiano Archea Associati, de Marco Casamonti, e foi concebido com estrutura aparente, concreto pigmentado e jardins suspensos integrados à fachada. A proposta é aproximar moradia, natureza e desempenho ambiental em uma cidade marcada pela verticalização.
Entre os diferenciais previstos estão sistemas de filtragem de água em todo o condomínio, renovação constante do ar nas áreas privativas e comuns, sensores de CO2, reaproveitamento de águas cinzas e pluviais, infraestrutura para carros elétricos, horta, pet place, áreas de lazer em três pavimentos, academia, sauna, sala de massagem, ofurô e rooftop com piscina. O empreendimento também prevê redução de até 52% no consumo de água, 26% no consumo de energia e até 42% no uso de ar-condicionado.
O início das obras marca uma etapa importante porque transforma em execução um projeto que exigiu pesquisa, engenharia e uma visão diferente sobre o futuro da moradia em Balneário Camboriú. O Auris foi pensado para mostrar que a arquitetura também pode responder aos desafios das cidades adensadas, com mais eficiência, conforto ambiental e contato com a natureza. Trata-se de propor uma forma mais saudável e sustentável de viver em um dos mercados imobiliários mais relevantes do país, afirma Cláudio Fischer, CEO do Fischer Group.
A previsão de entrega do Auris Residenze é março de 2029.

Divulgação/Fischer Group





