O BNDES aprovou um financiamento de R$ 143,3 milhões para a Zilia Technologies, uma empresa que fabrica componentes para chips e armazenamento de dados. O dinheiro será usado para ampliar a produção em Atibaia (SP) e gerar mais tecnologia no Brasil.
O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) informou nesta quarta-feira, 10, que aprovou um financiamento de R$ 143,3 milhões para a Zilia Technologies, uma empresa que fabrica peças para chips e dispositivos de armazenamento de dados.
Esse dinheiro foi aprovado dentro do programa BNDES Mais Inovação e será investido na fábrica da empresa em Atibaia, no estado de São Paulo.
- A Zilia fabrica mais de 150 milhões de chips por ano
- A empresa também produz 7 milhões de módulos de armazenamento anualmente
- Os chips são usados em smartphones, computadores, tablets e TVs
- Também servem para carros, impressoras e equipamentos de segurança
- O projeto prevê modernizar e ampliar a fábrica atual
Os recursos serão usados para pesquisa, desenvolvimento e aumento da produção de chips para smartphones, computadores, tablets, smart TVs, carros, impressoras e equipamentos de segurança, entre outros. O projeto também prevê a ampliação e modernização da fábrica de Atibaia.
"Fabricar e desenvolver chips aqui no Brasil é um passo importante para diminuir a dependência de produtos importados e fortalecer a produção nacional. Além disso, fazer aqui reduz custos, aumenta a competitividade do mercado e ajuda a formar mão de obra qualificada. Para o BNDES, apoiar esses investimentos é essencial para aproximar o Brasil dos padrões mais avançados do setor", disse o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, em nota.
O que será comprado com o dinheiro
O projeto inclui a compra de equipamentos de produção, como máquinas de testes, montagem, manipulação e medição.
Números da Zilia
Segundo o banco, a Zilia produz mais de 150 milhões de chips e 7 milhões de módulos por ano, focando em memórias e dispositivos de armazenamento para computadores, celulares e servidores.
"A liberação do dinheiro ainda depende da assinatura do contrato e do cumprimento de outras exigências do BNDES, seguindo o cronograma do projeto da Zilia", explicou o banco em nota.

Logo do BNDES na sede do banco de fomento no Rio de Janeiro


