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Flávio Bolsonaro quer parar a reforma tributária por um ano

Economia Reforma 09/06/2026 17:29 Estadao Conteudo noticiasaominuto.com.br

O senador Flávio Bolsonaro, que quer ser presidente, disse que, se for eleito, vai parar por um ano a nova lei de impostos que foi aprovada. Ele acha que os impostos estão muito altos e que isso atrapalha a economia. Durante esse tempo, ele quer criar novas regras para os impostos no Brasil.

O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República pelo PL, afirmou nesta segunda-feira, 9, que, se eleito, suspenderá por um ano a entrada em vigor da reforma tributária aprovada pelo Congresso Nacional. Segundo ele, durante esse tempo, serão formuladas novas regras.

  • Flávio Bolsonaro quer dar uma pausa de um ano na reforma tributária para criar novas regras.
  • Ele acredita que os impostos no Brasil são muito altos e isso faz as pessoas deixarem de pagar.
  • A Curva de Laffer é uma teoria que mostra que imposto muito alto pode diminuir a arrecadação.
  • O senador quer usar tecnologia e inteligência artificial para gastar menos dinheiro público.
  • Ele acha que profissionais liberais, como advogados e médicos, vão pagar quase 40% de imposto com a reforma atual.

"Vamos suspender a entrada em vigor dela por, pelo menos, um ano, porque já ultrapassamos a famosa Curva de Laffer há muito tempo. Muito tributo, altíssima carga tributária e, com isso, começa a haver sonegação", declarou, durante visita à Times Brasil/CNBC.

O que é a Curva de Laffer

A Curva de Laffer é a teoria que defende que o aumento de imposto nem sempre resulta em mais receita, pois alíquotas excessivamente altas desestimulam a economia e reduzem a base.

Críticas de Flávio à reforma

Flávio afirmou que, tal como está, a reforma tributária "veio para aumentar carga tributária" e "complicou ainda mais" o sistema tributário. "Temos que buscar uma reforma tributária que seja negativa. A gente consegue, com um governo mais moderno, mais enxuto, usando tecnologia, inteligência artificial, apertando os gargalos de desperdício de dinheiro público, e com isso, vamos conseguir oferecer uma carga tributária mais baixa", falou.

O senador defendeu uma revisão para algumas atividades econômicas. "Tem setores que são impossíveis de pagar. Quem é profissional liberal vai pagar quase 40% de imposto", disse.