O senador Flávio Bolsonaro, que quer ser presidente, disse que, se for eleito, vai parar por um ano a nova lei de impostos que foi aprovada. Ele acha que os impostos estão muito altos e que isso atrapalha a economia. Durante esse tempo, ele quer criar novas regras para os impostos no Brasil.
O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República pelo PL, afirmou nesta segunda-feira, 9, que, se eleito, suspenderá por um ano a entrada em vigor da reforma tributária aprovada pelo Congresso Nacional. Segundo ele, durante esse tempo, serão formuladas novas regras.
- Flávio Bolsonaro quer dar uma pausa de um ano na reforma tributária para criar novas regras.
- Ele acredita que os impostos no Brasil são muito altos e isso faz as pessoas deixarem de pagar.
- A Curva de Laffer é uma teoria que mostra que imposto muito alto pode diminuir a arrecadação.
- O senador quer usar tecnologia e inteligência artificial para gastar menos dinheiro público.
- Ele acha que profissionais liberais, como advogados e médicos, vão pagar quase 40% de imposto com a reforma atual.
"Vamos suspender a entrada em vigor dela por, pelo menos, um ano, porque já ultrapassamos a famosa Curva de Laffer há muito tempo. Muito tributo, altíssima carga tributária e, com isso, começa a haver sonegação", declarou, durante visita à Times Brasil/CNBC.
O que é a Curva de Laffer
A Curva de Laffer é a teoria que defende que o aumento de imposto nem sempre resulta em mais receita, pois alíquotas excessivamente altas desestimulam a economia e reduzem a base.
Críticas de Flávio à reforma
Flávio afirmou que, tal como está, a reforma tributária "veio para aumentar carga tributária" e "complicou ainda mais" o sistema tributário. "Temos que buscar uma reforma tributária que seja negativa. A gente consegue, com um governo mais moderno, mais enxuto, usando tecnologia, inteligência artificial, apertando os gargalos de desperdício de dinheiro público, e com isso, vamos conseguir oferecer uma carga tributária mais baixa", falou.
O senador defendeu uma revisão para algumas atividades econômicas. "Tem setores que são impossíveis de pagar. Quem é profissional liberal vai pagar quase 40% de imposto", disse.

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