A CPTM vai fazer um leilão de materiais que não servem mais para a empresa, como trilhos, dormentes e sucatas. O leilão acontece no dia 23 de junho e a previsão é arrecadar R$ 3 milhões. Qualquer pessoa ou empresa pode participar.
A CPTM vai fazer o segundo leilão de materiais que não servem mais para a empresa no dia 23 de junho, às 10h da manhã. O aviso sobre esse leilão foi publicado nesta segunda-feira (8) no Diário Oficial do Estado. A ideia é conseguir R$ 3 milhões com a venda desses materiais.
Podem participar do leilão tanto pessoas comuns quanto empresas. Quem quiser pode ver as regras e os detalhes dos lotes nos sites oficiais da CPTM e da leiloeira oficial.
- A CPTM espera ganhar R$ 3 milhões com a venda de materiais velhos
- Os itens incluem trilhos, dormentes de madeira e sucatas de metal
- Qualquer pessoa ou empresa pode participar do leilão
- O leilão acontece no dia 23 de junho de 2026
- Os materiais serão vendidos em 54 lotes diferentes
Materiais inservíveis são aqueles que não têm mais uso para a companhia, como equipamentos, veículos e ferramentas que estão velhos, quebrados ou não servem mais para o trabalho. Isso inclui trens, peças de trilhos, sucatas de metal e outras coisas.
A empresa vai oferecer 54 lotes de componentes que perderam a utilidade para os trens, mas que ainda podem ser aproveitados por outras empresas. Entre os principais itens estão dormentes de madeira, trilhos, sucata de aço e ferro, sucata de cobre e materiais como reatores, compressores e chaves.
Importância do leilão para a CPTM
Os leilões da CPTM são importantes por dois motivos: ajudam a empresa a ganhar dinheiro extra (que não vem da venda de passagens) e também ajudam o meio ambiente. Isso porque os materiais que seriam jogados fora são vendidos para outras empresas, que podem usar esses materiais de novo.
Esse processo garante que toneladas de materiais tenham um destino certo para o meio ambiente. Quando outras empresas compram esses materiais, eles voltam a ser usados na produção de novas coisas. Isso ajuda a economizar recursos naturais, diminui o impacto no meio ambiente e fortalece a ideia de economia circular, onde tudo é reaproveitado.



