O IPCA-15 de maio mostrou que os alimentos subiram 1,38%, puxando a inflação geral para 0,62%. Os preços dos alimentos em casa continuam altos, com destaque para a batata, tomate, leite e carnes, que ficaram mais caros. Para ajudar a entender, a notícia explica o que subiu, o que caiu e por que a comida ainda é o principal motivo do aumento dos preços no Brasil.
A alimentação continua pesando no bolso do brasileiro e é a principal responsável pela inflação. O IPCA-15, que é uma prévia da inflação oficial, foi divulgado hoje pelo IBGE e mostrou que os alimentos subiram 1,38% em maio. A inflação geral foi de 0,62%, menor que os 0,89% de abril, mas ainda assim os alimentos em casa continuam muito caros, com alta de 1,73%.
Dentro da alimentação em casa, alguns produtos ajudaram a segurar os preços, como a maçã (-2,32%) e o café moído (-2,09%). Porém, outros itens subiram muito, como a batata-inglesa (26,29%), o tomate (12,97%), o leite longa vida (6,07%) e as carnes (1,98%).
- Batata mais cara: a batata-inglesa subiu 26,29% em um mês, um dos maiores aumentos.
- Tomate disparou: o tomate ficou 12,97% mais caro, pesando no bolso.
- Leite e carnes em alta: o leite longa vida subiu 6,07% e as carnes 1,98%.
- Café e maçã mais baratos: o café moído caiu 2,09% e a maçã 2,32%, aliviando um pouco.
- Comer fora ficou mais barato: a alimentação fora de casa subiu menos (0,51%) do que em abril (0,70%).
A alimentação fora de casa desacelerou em maio, subindo 0,51%, contra 0,70% em abril. Isso aconteceu porque a refeição (0,57%) e o lanche (0,37%) subiram menos do que no mês anterior.
O que isso significa
Na prática, a comida dentro de casa continua sendo o grande vilão do orçamento familiar. Itens básicos como batata, tomate, leite e carne estão mais caros, enquanto produtos como maçã e café tiveram pequenas quedas. A boa notícia é que comer fora de casa está um pouco mais barato, mas ainda assim pesa no bolso.
E a inflação geral
A inflação geral de maio (0,62%) foi menor que a de abril (0,89%), mas ainda está alta. Isso significa que, apesar de alguns preços terem desacelerado, a tendência é de que os alimentos continuem sendo o principal motor da inflação no curto prazo.

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