O estado de São Paulo lidera a geração de empregos formais no Brasil, com 183 mil novas vagas com carteira assinada nos primeiros três meses do ano. Em março, foram abertas quase 68 mil vagas. A capital, Osasco e Campinas estão entre as cidades que mais contrataram. O salário médio de admissão no estado é o maior do país, de R$ 2.646,63.
O estado de São Paulo criou 183 mil oportunidades de emprego com carteira assinada no primeiro trimestre, o que significa cerca de 2 mil novas vagas por dia. Os dados são da Fundação Seade, com base nas informações do Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
- São Paulo gerou 30% de todos os empregos formais do Brasil no primeiro trimestre.
- Em março, a capital paulista foi a cidade que mais contratou, com quase 23 mil vagas.
- O salário médio de quem começou a trabalhar em SP em março foi de R$ 2.646,63, o maior do país.
- O setor de serviços foi o que mais empregou, com destaque para áreas como informática e finanças.
- No acumulado de 12 meses, o estado criou mais de 278 mil vagas com carteira assinada.
Em março, foram quase 68 mil vagas de emprego formais criadas. No acumulado de 12 meses, São Paulo teve um total de 278,5 mil oportunidades de trabalho.
Assim, o estado criou 30% do total de vagas com carteira assinada do país no primeiro trimestre e em março e 23% em 12 meses. Os números consolidam São Paulo como o estado que tem maior saldo de vagas do país, além de criar 63,5% dos empregos na região Sudeste no primeiro trimestre.
Em todos os períodos, houve crescimento na criação de vagas de emprego no estado: 0,46% em março, 1,25% no trimestre e 1,92% no acumulado de 12 meses.
Cidades que mais geraram empregos em março
- São Paulo: 22.988
- Osasco: 6.223
- Campinas: 2.392
- Guarulhos: 2.191
- Ribeirão Preto: 2.059
- Santo André: 1.904
- Sorocaba: 1.062
- Piracicaba: 1.007
- Indaiatuba: 973
- São Bernardo do Campo: 899
- Paulinia: 809
- Mogi das Cruzes: 784
- Santos: 780
- Cajamar: 757
- São José do Rio Preto: 745
- Barueri: 708
- Holambra: 631
- Pitangueiras: 586
- Morro Agudo: 557
- Hortolândia: 540
Cidades que mais geraram empregos no primeiro trimestre
- São Paulo: 54.551
- Osasco: 8.445
- Bauru: 7.582
- Guarulhos: 5.827
- Campinas: 5.766
- Ribeirão Preto: 5.135
- Franca: 4.543
- São Bernardo do Campo: 4.103
- Santo André: 3.265
- Sorocaba: 3.096
- Sumaré: 2.891
- São José do Rio Preto: 2.629
- Piracicaba: 2.101
- Indaiatuba: 2.089
- Limeira: 1.940
- Santos: 1.774
- Tatuí: 1.578
- Jundiaí: 1.414
- São José dos Campos: 1.386
- São Carlos: 1.365
Cidades que mais geraram empregos nos últimos 12 meses
- São Paulo: 106.808
- Osasco: 29.045
- Barueri: 12.912
- Guarulhos: 10.784
- Santo André: 6.173
- São Bernardo do Campo: 5.991
- Santos: 5.666
- São José dos Campos: 5.011
- Ribeirão Preto: 5.008
- Bauru: 3.979
- Sorocaba: 3.647
- Tatuí: 3.435
- Campinas: 3.388
- São José do Rio Preto: 2.852
- Sumaré: 2.758
- Cajamar: 2.567
- Taubaté: 2.543
- São Caetano do Sul: 2.450
- Jundiaí: 2.431
- São Carlos: 2.206
Vagas criadas em São Paulo
Março: 67.876
Trimestre: 183.054
Últimos 12 meses: 278.537
Vagas criadas no Brasil
Março: 228.208
Trimestre: 613.373
Últimos 12 meses: 1.211.455
Vagas criadas no Sudeste
Março: 138.027
Trimestre: 288.598
Últimos 12 meses: 478.727
Salário médio
Em março, o estado de São Paulo teve o maior salário médio de admissão do país, de R$ 2.646,63, seguido por Santa Catarina (R$ 2.412,89), Distrito Federal (R$ 2.404,07) e Rio de Janeiro (R$ 2.323,62).
O salário de admissão de São Paulo é 12,6% maior que do Brasil (R$ 2.350,83). O Sudeste foi a região com maior valor no país (R$ 2.495,06).
Setores com mais contratações
O setor de serviços foi o que mais criou vagas em março total de 49.475. Dentro do setor se destacam informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (19.131), transporte, armazenagem e correio (14.638) e administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (10.262).
Indústria geral vem em seguida, com 8.197, com destaque para indústria da transformação (7.374). Construção (9.595) e comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (4.756) completam os setores que criaram vagas.

Trabalhadores em um ambiente profissional, ilustrando o mercado de trabalho aquecido em São Paulo.


