Se a safra falhar ou atrasar, as indústrias de alimentos precisarão de mais dinheiro. Existem 6 bilhões de reais disponíveis para ajudar essas empresas a superar o problema.
O El Niño pode causar um grande impacto na agricultura e na produção de alimentos. Ele deve ficar forte a partir do segundo semestre de 2026, podendo reduzir a safra de grãos em até 10%. Isso pode afetar milhões de toneladas de soja e milho. As regiões Norte e Nordeste devem ter menos chuva, enquanto o Sul terá mais.
O impacto começa dentro da fazenda, mas se espalha para toda a cadeia. Menos produção ou atraso na colheita muda a chegada da matéria-prima às empresas. No centro-norte, a seca pode prejudicar as plantas; no Sul, o excesso de chuva pode alagar o solo. Isso obriga as agroindústrias a reorganizar compras, estoques e pagamentos, aumentando a necessidade de dinheiro para sustentar as operações. Segundo Priscila de Freitas, da Multiplike, é preciso ter dinheiro em caixa para atravessar essas mudanças sem prejudicar fornecedores.
- O El Niño pode reduzir a safra em até 10%
- A falta de chuva atinge o Norte/Nordeste e o excesso atinge o Sul
- Agroindústrias podem precisar de mais dinheiro
- Muitos produtores já têm dívidas
- Existem R$ 6 bilhões para crédito estruturado
A cadeia chega à safra com dívidas e recuperações judiciais, deixando os bancos mais exigentes. Se houver queda na produção, as empresas que compram, armazenam e processam podem ter problemas de fluxo de caixa, pois precisam pagar contas mesmo com menos matéria-prima.
Nesse cenário, o crédito estruturado é importante. Com um El Niño forte, as empresas precisam planejar não só compras, mas também o que fazer se a matéria-prima chegar mais tarde ou mais cara. A Multiplike oferece R$ 6 bilhões para crédito estruturado em 2026, ajudando a administrar os riscos financeiros da safra.

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