Segundo dados do Sindiveg, a área tratada com defensivos agrícolas cresceu 5% no último ano, mas em ritmo menor do que o registrado em 2025.
O mercado de defensivos agrícolas no Brasil mostra sinais de desaceleração. De acordo com dados do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg), a área tratada com esses produtos cresceu 5% no último ano. Porém, esse ritmo é mais lento do que o registrado no ano anterior.
O levantamento, feito pela Kynetec, aponta que, apesar do avanço, o setor enfrenta desafios como a queda nos preços das commodities e o aumento dos custos de produção. Os agricultores estão sendo mais cautelosos na hora de investir em tecnologia e insumos.
- A área tratada com defensivos cresceu 5% no último ano.
- O crescimento foi menor do que o do ano anterior.
- Os dados são do Sindiveg e foram levantados pela Kynetec.
- A desaceleração ocorre em meio à queda dos preços das commodities.
- Os agricultores estão mais cautelosos com os investimentos.
O que são defensivos agrícolas
Defensivos agrícolas são produtos usados para proteger as plantações contra pragas, doenças e ervas daninhas. Eles são importantes para garantir a produtividade das lavouras, mas precisam ser usados com responsabilidade para não prejudicar o meio ambiente e a saúde humana.
Por que o crescimento desacelerou
Vários fatores contribuíram para a desaceleração. Os preços das commodities, como soja e milho, caíram nos últimos meses, reduzindo a renda dos agricultores. Além disso, os custos de produção, incluindo o preço dos próprios defensivos, aumentaram. Com isso, muitos produtores estão optando por usar menos produtos ou buscar alternativas mais baratas.
O que esperar para o futuro
O Sindiveg acredita que o mercado deve continuar crescendo, mas em ritmo mais moderado. A expectativa é que novas tecnologias e a adoção de práticas mais sustentáveis ajudem a manter o setor aquecido, mesmo com os desafios econômicos.

Dados do Sindiveg mostram crescimento de 5% na área tratada com defensivos


