A Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) lamenta os graves prejuízos causados por fortes chuvas em Ribeirão Preto (SP) e no Rio Grande do Sul, que atingiram lavouras e pastagens, comprometendo a produção de alimentos e biocombustíveis, além de causar mortes e endividamento de produtores rurais.
A direção da ABAG Associação Brasileira do Agronegócio lamenta os estragos materiais e sociais causados pela forte tempestade que atingiu Ribeirão Preto e outras cidades da região nordeste de São Paulo. Além da destruição de casas e comércios, infelizmente houve feridos e uma morte.
- Ribeirão Preto (SP) e cidades vizinhas foram castigadas por uma forte tempestade com ventos e granizo.
- Lavouras de cana-de-açúcar, frutas, soja e milho tiveram perdas, afetando a produção de alimentos e biocombustíveis.
- No Rio Grande do Sul, as chuvas fortes dos últimos dias também prejudicaram agricultores e pecuaristas.
- Em 2024, enchentes históricas em Porto Alegre e outras cidades gaúchas já haviam causado enormes prejuízos ao campo.
- Produtores rurais atingidos pelas enchentes de 2025 continuam com dívidas altas e dificuldade para recuperar suas plantações.
Por ser uma região com muita agricultura, também foram registrados prejuízos nas plantações de cana-de-açúcar, frutas, soja, milho e outras culturas. Isso compromete a produção agrícola e pecuária local e, como consequência, o abastecimento de comida e biocombustíveis.
A entidade também se solidariza com o povo gaúcho, especialmente com os agricultores e pecuaristas, pelos danos causados pelas fortes chuvas dos últimos dias em várias regiões do Rio Grande do Sul. A situação preocupa não só a população do estado, mas todo o Brasil, por causa dos impactos que podem acontecer, como no ano passado, quando cidades importantes, como Porto Alegre, foram inundadas. O campo também foi muito afetado, com fortes prejuízos financeiros e sociais para pequenos, médios e grandes proprietários rurais.
A necessidade de preparo para emergências
Apesar do trabalho dedicado da Defesa Civil e de organizações não governamentais e empresariais para tentar amenizar o sofrimento das pessoas atingidas, é fundamental que as autoridades locais e federais estejam preparadas para gerenciar emergências climáticas. É preciso dedicar o máximo de esforços estruturais e financeiros para minimizar os impactos que essas chuvas, previstas há algum tempo, possam causar novamente às lavouras e pastagens. Isso pode comprometer a produção e o fornecimento de alimentos para o mercado interno e para as exportações agrícolas. O principal é proteger os produtores rurais afetados pelas enchentes de 2025, que até hoje sofrem com dívidas altas e enormes dificuldades para recuperar suas plantações nesta nova safra.

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