Empresas do agronegócio brasileiro estão seguindo o caminho dos agricultores brasileiros que vivem no Paraguai, chamados brasiguaios, em busca de um lugar melhor para fazer negócios, com impostos mais baixos e menos burocracia.
Empresas brasileiras do agronegócio estão cruzando a fronteira e se instalando no Paraguai. Elas seguem o mesmo caminho dos brasiguaios, que são brasileiros que vivem e trabalham no campo paraguaio. O objetivo é encontrar um ambiente mais competitivo para os negócios, com custos mais baixos e menos burocracia.
- O Paraguai atrai empresas brasileiras com impostos mais baixos e regras mais simples para fazer negócios.
- A terra no Paraguai é mais barata do que no Brasil, o que reduz os custos para as empresas.
- O país vizinho tem menos burocracia e leis trabalhistas mais flexíveis.
- As empresas de defensivos agrícolas e fertilizantes são as que mais estão se mudando para o Paraguai.
- Essa movimentação faz parte de uma estratégia para ganhar competitividade no mercado internacional.
A mudança das empresas brasileiras para o Paraguai não é um movimento isolado. Há décadas, agricultores brasileiros, conhecidos como brasiguaios, já haviam se estabelecido no país vizinho, atraídos pelas mesmas vantagens. Agora, grandes companhias do agro estão seguindo essa rota, buscando reduzir custos e aumentar a eficiência.
Por que o Paraguai é tão atraente
O Paraguai oferece um ambiente de negócios que muitos empresários brasileiros consideram mais favorável. Os impostos são mais baixos, a burocracia é menor e as leis trabalhistas são mais flexíveis. Isso permite que as empresas reduzam seus custos e aumentem sua competitividade, tanto no mercado interno quanto no externo.
Quais setores estão se mudando
Os setores que mais estão se beneficiando com essa mudança são os de defensivos agrícolas e fertilizantes. Essas empresas encontram no Paraguai um ambiente mais propício para a produção e distribuição de seus produtos, o que as ajuda a atender melhor os agricultores da região, incluindo os próprios brasiguaios.
A tendência é que esse movimento continue nos próximos anos, com mais empresas brasileiras do agronegócio buscando no Paraguai as condições ideais para crescer e competir no mercado global.

Italo Bertão Filho


